sexta-feira, 28 de agosto de 2009




Amor e pecado

Acalma-me na maciez dos teus braços.
Acorda meus sentidos com gestos inocentes,
ou até despudorados.
Desalinha meus cabelos, me domina...
estou apaixonada!
Toca-me com suavidade
como o faz a brisa mansa deitando sobre a relva
em noites enluaradas.
Ama-me com o ímpeto dos enamorados
e deixa a minha pele com teu cheiro impregnada.
Nesse enlace, viveremos momentos que sempre merecerão ser lembrados.
E nosso amor, no pretérito, nunca será conjugado.
Se somos um do outro , nada poderá ser pecado!
Sendo assim, por esse amor, não podemos ser condenados.
Então, que vivamos intensamente esse sentimento
inesquecível , inefável!

8 comentários:

Meméia disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Meméia disse...

Sonhos que viram realidade...sonhos que não apagam a Beleza do Amor e da Realidade. Muito lindo, Poeta Linda. Parabéns!

Anônimo disse...

adorei !

PEDRO disse...

Miguxa!
Somente corações sensíveis como o seu pode nos dar a alegria de ver sentimentos puros que pertence a todos de nós traduzidos em poesias e jogando ao leo palavras que queriamos que fossem nossas.Quanta beleza, quanta poesia, mais sobretudo quanta realidade. Miguxa...Parabéns, não demora e o Brasil se curvará a este trabalho maravilhoso...Sucessos... Bjsssssssss

Nat Valarini disse...

Olá!

Que poema deliciosamente envolvente!

Tudo nele soa tão verdadeiro e intenso.

Apesar de gostar de escrever, tenho um pouco de resistência com a poesia (inclusive em ler alguma, bobeira minha, né?). No entanto, eu li, reli e fiquei encantada com o seu trabalho.

Fiquei contente em ver que lançou um livro.

Parabéns pelo excelente trabalho.

jeska angel disse...

lindo poema.ameei.

Mari Siqueira disse...

Uma bela poesia ! Gostei muito .
Abordar o amor de uma forma tão sutil e delicada é realmente um dom!
Belíssima poesia .

Se puder ler as minhas eu agradeceria :

http://mariisiqueira.blogspot.com

Poeta Queiroz Filho disse...

Realmente a poetisa Inez, alcança o ápice de seu lirismo, enleado a uma temática de profundo, mas suave erotismo,traça imagens fortes como em: "Toca-me com suavidade
como o faz a brisa mansa deitando sobre a relva", onde sua extrema sensibilidade nos proporciona imagens tão belas quanto essa. E revela-se, talvez, por autruísmo ao amor e ao objeto amado, totalmente submissa. Já nos últimos versos do poema, o eu-lírico, entrega-se por inteiro ao voluptuoso sabor do "pecado sem pecado"!